AQUI

De peito aberto na mira do mundo, acreditando em silêncio na cura do tempo. Mas a espera é amarga e a sua felicidade não me pertence. Por mais completa que eu me sinta, não o sou se não completo algo. Agora deixo o coração espancar o peito até cansar de novo e é mais fácil me precipitar, fazer do coração âncora. Transbordando mar, nó que afoga: sou toda angústia, felicidade reversa, irremediavelmente medo.