Ainda confundia o som da chuva na calha com o som de um tamborim, enquanto sonhava em meio ao carnaval da nossa cama desfeita. Na cabeceira da cama, um bilhete - escrito com a paciência de quem poderia mudar de ideia - dizia: já estávamos condenados, esse ponto final é nossa execução.E então eu acordei.